Do mesmo modo como aconteceu no Paraguai, na semana passada contra o Cerro Porteño, o time do Santos pode esperar ainda mais catimba dos jogadores uruguaios do Peñarol e muita pressão da torcida adversária para infernizar os jogadores.
Para o atacante Maikon Leite, em se tratando de Libertadores da América, essas situações sempre vão existir e o grupo precisa estar preparado pra isso.
“A verdade é que já esperamos por essa catimba adversária e a pressão no Uruguai não vai ser menor do que foi no Paraguai. Mas nosso grupo é experiente e já estamos calejados com essa situação. Vamos pra guerra.”
A partida entre Santos e Cerro Porteño, que garantiu ao Peixe uma vaga nas finais da Libertadores ficou marcada pelo objeto atirado da arquibancada que acertou o técnico Muricy Ramalho e também pelos confrontos entre torcedores das duas equipes, que resultaram na detenção de vários torcedores santistas, que permanecem em uma prisão em solo paraguaio.
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